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letra de 20 - zolty

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[refrão]
20 anos, 20 passas, 20 sonhos, 20 desgraças
20 anos, 20 passas, 20 sonhos, 20 desgraças
20 manos, só farsas, vi a luz, só traças
20 anos, 20 passas, 20 sonhos, 20 desgraças

[verso 1]
mudança de atitude em relação a tudo
i don’t give a f-ck anymore
ha quem faça tudo por um cheque chorudo
f-ck money por ele não me enamoro

fatores externos a ditarem o meu rumo (nah)
já dei pa’ esse peditório
vêm pa’ expremer e editar o meu sumo
pa’ mim é natural ou velório

não quero pensar na pensão
quero pensar na benção
começo a ascensão pa’ encher a dispensa
brain bate no chão a pedir desistência
alma de mão na testa a bater continência

no game deixo marca, saí da falência
o beat meto na maca da entrada de urgência
não rezo pela massa nem pela afluência
só passar mensagem e ser influência

que te faz moldar a tua verdade
ambiente não define atitude
o teu filtro e por ti calibrado, m ou s
o que interessa é o fumo

que bate no fundo pa’ chegar ao cume
bússola alinhada com as lições do allan
livro deu rumo, ideias arrumo
pa’ ver se algum dia eu chego ao além

se a vida não rebobina então ela vacina
basta mergulhares na doutrina que ensina
no casaco cai cinza e eu cago po’ visa
enrolo mais uma e se cai no chão pisa

normalmente tudo o que é um conto de fadas
rapidamente vira um conto de fardas
tempo vai passando cansei me de olhar po’ pulso
quem me vendia cromos agora vende talhas a avulso

[refrão]
20 anos, 20 passas, 20 sonhos, 20 desgraças
20 anos, 20 passas, 20 sonhos, 20 desgraças
20 manos, só farsas, vi a luz, só traças
20 anos, 20 passas, 20 sonhos, 20 desgraças

[verso 2]
é intensa, a atenção à intenção do sermão
valência na essência da rima, conclusão
é imensa a insistência na voz da ilusão
convenci-a, paciência é a lei da evolução

consciência só pensa em não pensar tristeza
vivência ca’ demência fez baixa a defesa
ciência e crença vão encenando a peça
vou visualizando à espera que aconteça

red bull sem asas só flow de energia
deixo-a passar processo cada pinga
mente alucina sem precisar da seringa
querem que seja normal? boy que seria (ah ah)

quando a falha se evidencia
aí foco no espelho e faço as pazes
piso em falsos, dou passos em falso
que depois se tornam nas bases

eu sou fiel a mim, eu nem com um surto mudo
focado no que é meu po’ mundo sou surdo mudo
tudo o que vem de fora não me toca no fundo
e as dualidades na cabeça eu fundo

mexo no caldeirão até equilibrar a poção
ponho sal e mel em igual porção
nem sweet nem salty daqui é o zolty
aproximo a lente focado na missão

forcado em colisão, advogado em omissão
ansiedade dá build up pa’ conclusão
que nada ta la fora é tudo opinião
tenta retirá-la e dá-te a mão

apareci no meio do fumo, dom sebastião
tou a ficar sóbrio acende mais um kaya
num oceano de rimas juntando a solução
hoje rastejo no fundo vou t’chillar ca’ raia

[outro]
‘chillar ca raia ya