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letra de a poda das nuvens - vasco vilhena

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[refrão]
se o que chove, nasce e cresce
torna-se o que sou
tomara que eu não viva
de uvas sem grainha

[verso 1]
olá, este sou eu a sorrir
o mundo sorri de volta e gira sem que a festa pare
há um brilho nos meus olhos
dos quais refratam focos e nascem arco-íris
estou cheio de mim
desculpem se a música não deixa parecer
exagero às vezes
no tom sentimentalão que sem ti mentem as mãos
e sinto um entalão
entre aquilo que sinto e aquilo que tento descrever
e escrevo coisas erradas
não é que eu não as sinta, mas a maquilhagem escorre
finjo não perder
desculpem se a máscara me deixa aparecer
o suor fá-la escorregar
se a minha cara surge, então morre a personagem

[refrão]
se o que chove, nasce e cresce
torna-se o que sou
tomara que eu não viva
de uvas sem grainha
[verso 2]
mas sobrevivo eu
a culpa não é minha, o sucesso não vinha no meu tamanho
vesti uma coisa qualquer
se me vissem nu apontariam para aquilo que eu não sou
e eu não sei sair
deste tenebroso inferno que me esconde os teus braços
aposto que a culpa é minha
e eu tinha que me moldar aos gostos da praça
sinceramente
vivo numa antec-p-ção que nunca há de se evaporar
agora eu não sei morrer
só fujo de mim e me escondo do mundo e me torno em cliché
já só quero desaparecer

[refrão]
se o que chove, nasce e cresce
torna-se o que sou
tomara que eu não viva
de uvas sem grainha

[verso 3]
a poda das nuvens
mostra um céu cujo sol morreu, mas a roda gira
e já não sei o que faça
se a voz amplifica o que penso, talvez seja melhor deixar de cantar
[refrão]
se o que chove, nasce e cresce
torna-se o que sou
tomara que eu não viva
de uvas sem grainha

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