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letra de sabes que mais - orteum

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[refrão]
é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

[verso 1: m-ss]
já sabem qual é a crew que causa o temporal
eu nem sequer vou falar de anos
orteum é intemporal
estão atrás de dígitos
vivem a era digital com as mãos cheias de nada e de braço dado com o mal
nada pode ser tomado como certo
família do rap onde enteado é zero
uma mão lava a outra é óbvio
mas se uma ‘tá suja mancha o negócio
agarrados ao ódio com o stress crónico
rapazes trazem tesouras se tens a vida por um fio
vida de quem faz pouco mas quer muito
para o puto vale tudo quando o money é o -ssunto
dar o máximo sempre em qualquer circunstância
quando a ânsia se sente é o abusa da substância
acabam sempre a perder com a ganância
porque a tentação sobrepõe-se a tolerância
eles querem ser livres e o resto que se foda
aqui ninguém lê livros, já sabem a história toda
nada faz sentindo quando tudo faz sentido
porque no fundo qualquer um gosta de se sentir perdido

[refrão]
é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

[verso 2: nero]
e tu queres saber o porquê de sermos uma ameaça
people agarra o stock e mata até à última garrafa
são apenas três drunks a mandar abaixo a casa
escrever, bafa, bebe, grava, já é rotina na [trafa?]
e ainda por cima calha na s-xta feira sinónimo de estala
man o vinho vai na mala
depois de beber tudo quando eu rimo man agarra-me
queres verdade à cara podre, nós cuspimos-ta na cara
no rap desde 2000 e picos
muito antes do swag, trap ou skinny jeans
robôs formatados com #sófalamsh-t
porque aquilo que te sobra em estilo falta-te em sk!ll
sou fiel ao boombap se és f-ggot desaparece
fica com o swag e larga o rap, ele agradece
o teu talento não muda por mais que tragas preces
enquanto a cultura aguarda que faças greve
é só mais uma jam pa’ matar com a fam
as deles não saem do processo
weed, cd’s, placas, m’s
já sabes qual é a crew, bate pala
no rap há longo, ainda ‘tavas tu a mudar de fralda
orteum motherf-cker

[refrão]
é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

[verso 3: tilt]
tem cuidado com quem lidas não te iludas
com as curvas em que guias c’a cabeça no pendura
orteum é lufada pura de ar
pa’ aqueles manos que ficaram
trancados dentro da caixa por azar
isto é fala sincera (tu)
não parece que evoluas
é que fazes marcha atrás desde que circulas
respeita, sei que ‘tás há anos na pista
dei-te a vantagem de avanço
ultrap-ssei-te pela direita
queres-te comparar com a crew pelos quilómetros no visor
tipo que alguém tira a coroa que eu vim pôr
bruxa deu-me o atestado, perdido e hashado
leu-me a mão, disse que o pólen até mete impressão
quem percebe o morto que bebe aquilo que eu bebo
e o que eu bebo faz-me duvidar se eu ‘tou vivo me’mo
eu vim a patas, vi a evolução
homem degeneração e -ssim te adaptas
pela opção das m-ssas
mas se eu guiar um povo com confiança em mim tremenda
que sejam os malvados que empurro p’o abismo de venda
endireito, eu direi que não pescas o que ‘tá prestes a surgir
a dormir com a cana ao peito

[refrão]
é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

é hoje que sais desta cultura que trais
sabes que mais desde 2008 sem ver capitais
tempo mostra-te os reais e hoje és tu que cais
desiste dos pedais, orteum p’os comuns mortais

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