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letra de tempestade - mano fler

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[verso 1]
tempestade de areia deu casa cheia, vários sócios
eu digo que hoje a minha vida é minha empresa, é meu negócio
é plantada a s-m-nte em cada banquete inteligente
os verdadeiro coringa não se intimida e faz a frente
vendo o erro dos outros sempre bem loco nois aprende
simples como uma pomba e sempre prudente igual serpente
e o perdão é a mixa chave mestra da tolerância
ww.com emplaca cola na banca
vejo a vida, a dor, o amor, o escuro é um livro sem letra
escaldante avante a gangue é f-ck, não tem capeta
p-ssa a caneta, voa no gogó desse zé b-c-t-
grava a vinheta, impacientes detestam a deixa
mais não se queixa, vários mcs de gueixa
p-ssa a maleta david gueta, joga pra reta e confere a treta
esse perfil não é meu, vida belíssima deus que te deu
ajoelhei, agradeceu, mais se vacila é problema seu

[refrão]
tem coisas que leva tempo
tem coisas que o tempo leva
o bonde é brabo e marrento
nois não paga sujesta
solta o verbo na cara dessas conversa paralela
se liga, língua c-mprida paga com a vida na favela
tem coisas que leva tempo
tem coisas que o tempo leva
o bonde é brabo e marrento
nois não paga sujesta
solta o verbo na cara dessas conversa paralela
se liga, língua c-mprida paga com a vida na favela

[verso 2]
vim pra somar não pra subtrair, multiplicar nunca pra dividir
armagedom nado no enxofre que cospe o vulcão em erupção
sem opção, a precisão fez o cão ter poder na palma da mão
salve mortão 3.5.7 do cão pica pau picotou na missão
salve ralé, to por você q amanheceu de joelho no chão
não perde a fé seu proceder é o talismã no coração de ‘drão
no clima tenso um sabor intenso, uva incenso, de all star e lenço
gladiadores de honra, fogo na bomba no bolso as onças
só negritude sem tuti tuti, saiu da bica o puro coqueluche
não quebra a ponte então p-ssa a bola, na sintonia não tem quebra mola
tem quem não gosta e vários que ama, beque amarelo coca da escama
cada ação tem sua reação, barril de pólvora com punição
vários os paranauê, tirando uns dias no rdd
onde caminha topou com a parede, p-ssando frio fome e sede
parceiro léo no confere bola de neve pelos moleque
e na matilha não tem quem ratia o estio próprio de cantar a febre

[refrão]
tem coisas que leva tempo
tem coisas que o tempo leva
o bonde é brabo e marrento
nois não paga sujesta
solta o verbo na cara dessas conversa paralela
se liga língua c-mprida paga com a vida na favela
tem coisas que leva tempo
tem coisas que o tempo leva
o bonde é brabo e marrento
nois não paga sujesta
solta o verbo na cara dessas conversa paralela
se liga língua c-mprida paga com a vida na favela

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