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letra de chamado dos tempos - jl mc

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atenção, atenção
este é o chamado dos tempos
fuja ou seja trucidado

este será o dia da revolução
armado até os dentes com meus irmãos
acabou a era de compaixão e perdão
hoje todos os abutres cairão

este será o dia da revolução
armado até os dentes com meus irmãos
acabou a era de compaixão e perdão
hoje todos os abutres cairão

nunca quis ser empresário, logo virei um sicário
meu amor virou diário estrelado por visionários
que viam meu potencial e se tornou algo fatal
nunca foi tradicional, muito menos especial

estrelas que caíram e me tornaram um profissional
em ver além do alcance, tão placebo quanto romance
então avance, aproveite sua chance

vá para a pista e dance
ou então aproveite os famosos fãs de relance

isso é pura magia, feita somente para um certo dia
que certamente me elevaria
até os céus onde meu ego me derrubaria

e todos os deuses eu convidaria
para um baile de gala em minha estadia
e no final da noite, eu os ceifaria
um novo deus eu me tornaria

lobo solitário
, que corre pela noite
furtivamente ao longo da ponte
chegando até a corte, esperando seu abate
salvo por seu agente, lembrava de sua amante

livros o levam até a estante, em sua floresta vai avante
uma voz ao horizonte: “caia e se levante!”
sua liberdade está distante
ele obedece e chega ao monte

caminhando e cantando
um demônio se tornando
e na rua vai andando, sangrando
pelas armas do estado que o tomaram de suas rédeas

seu amor e sua liberdade o tomaram
lá ia se encontrando
ao chão com coturnos ao seu lado
o levantando para sua ruina ser levado

este será o dia da revolução
armado até os dentes ao lado de meus irmãos
acabou a era de compaixão e perdão
hoje todos os abutres cairão

minha deixa cabelos de palha seca
seu comportamento me esquenta
se eleva na estreita feita de madeira
e a chuva cai em sua perfeita

horário de caça que leva vilões
facadas ilhadas que deixam caixões
eles cairão em meio aos trovões
escrevo mentiras e cheias de paixões

eleva meu peito ouvindo as razões
meu corpo, minha alma, meus leões
carrego comigo as minhas canções
e nelas me escondo, em meio aos lixões

feito de fumaça e de construções
o peito que estufa ao bater dos corações
me situo no choro da falácia
almas perdidas em furo da hemácia

caídos amores na grande galácia
derruba aquele que teve a audácia
de pisar na rua e espalhar a notícia
pensou que teve alguma essência

necessitado de alguma inteligência
perdido e influenciado por sua vivência
não leve como verdade as mentiras de sua infância

caída de peças e furos na mão
se encontram molhadas desfeitas no chão
encontra chamada de leve situação
situada em caçada na ponta do arpão

faz do adulto agora chorão
desesperado no fatiar do facão
-ssim só acha o verdadeiro ladrão
estirado na palavra do grande irmão

finado do amor e do grande sifão
fechando os olhos em frente ao chefão
cruzando as mãos e pedindo perdão
último que vê é o grande clarão

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