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letra de gnsis - a banca z

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[letra de “gnsis”]

[intro]
yeah!
zona norte
ff , a banca! han
yeah!
a seita sagrada! han

[ff]
tô mago pra caraio
é regime de fruity loops
com dieta de caneta
rimas articulo
como uma ponte de safena
foda-se datena
arranco a sua cabeça
e sintonizo na minha antena, han
justiça é teoria
minhas letras são teoremas
posso te provar
mas não vai resolver os problemas
então põe grana na jogada
que eu resolvo esses problema
foda é que foi grana
que causou todo o problema, han
trago rima
poesia
como se fosse um flagrante
eles dizem ser puro suco
arrotando refrigerante
é o mesmo que ser da favela
e falar que é a favor dos “homi”
“deus me livre”
“sou ateu”
mas reza quando tá com fome, verme
quando me vê some, sabe
que não me consome
é mais fácil cê sucumbir, uh, yeah, han
degeto de organismo
contexto no microfone
ou seu nome vai fica micro
a banca z é macro
cês lança a bola que eu mato, guardo
pique “ibracadabra”
que essa cena abra as perna
e pros racista um pé de cabra
que a sua cabeça abra
produzimos arte num passe de abracadabra
voz que contamina mais que um trago de cigarro
papo de futuro
como uma carta de cigano
quantos que enxugaram a lagrima de um outro mano
e quantos se vendem em troca de um sorriso falso
são meros terráqueos
habitemos outro plano
e eu psicografando
cada linha um universo
humano separando
marciano une o verso
flutuano em campo
canetando em subverso, yeah
visão tipo café só presta quando expresso
pensa que acabou só que eu te mostro um recomeço
cada inicio tem um final
e cada final um começo, yeah, uh
cada final um começo
[refrão]
madruga, bares no vazio das ilusão
podridão nos beco
vasculhando a escuridão
entre luz e trevas sigo nessa oscilação
se isso te interessa
te mostro outra visão
madruga, bares no vazio das ilusão
podridão nos beco
vasculhando a escuridão
entre luz e trevas sigo nessa oscilação
se isso te interessa
te mostro outra visão

[jxtvr]
noiz que fecha na zona norte
no porte levada rajada de bruxo
rap do bueiro
só rato na banca
albano no beat
bagulho obscuro
fazendo alquimia secando garrafas
na madrugada fazendo esse culto
fumaça quadrado no copo gelada
me pego no quarto cercado de vulto
para, pala, num dá nada
vaza, rala, só mancada
trampa, foca eles, fala
fala, nós trabalha
paga meu cachê noiz toca
toca bola pra quem sabe
quando os rato sai da toca
ressuscita o undeground, yeah
aqui noiz segue a vontade
florescendo essa rima
na s-m-nte da dificuldade, vishh
porque aqui o plano tá hard
onde exista medo
hoje é coragem
não trago mais traumas deixei na bagagem
de vidas passadas deixei na infância
preso no passado já trancafiado
sofrendo em excesso por ignorância
quanto tua mente te espanca
até ficar de modo em coma
quando o ego sai da bolha
e tu vê os hematoma
quanto tua mente te espanca
até ficar de modo em coma
quando o ego sai da bolha
e tu vê os hematoma
[refrão]
madruga, bares no vazio das ilusão
podridão nos beco
vasculhando a escuridão
entre luz e trevas sigo nessa oscilação
se isso te interessa
te mostro outra visão
madruga, bares no vazio das ilusão
podridão nos beco
vasculhando a escuridão
entre luz e trevas sigo nessa oscilação
se isso te interessa
te mostro outra visão

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