letra de omertà freestyle - jackson martinho
quem sou eu?
poliglota para toda a anedota
ontem falei com deus e hoje estou cheio da nota
aquário, extraordinário, o mais ordinário
filósofo, filantropista, alma dum artista
verdadeiro para todo o verdadeiro
nascido no luxemburgo, boy, mas criado em aveiro
beijinho para o meu pai, beijinho para a minha mãe
tenho a calma de um samurai, o meu trabalho eu sou refém
o gangue, sangue de jesus, meu copo de vinho
este apelido é cruz, boy, o lobo está tranquilo sozinho
muito amor para dar mas sempre pouco para receber
mas eu não tе posso julgar, só te posso entretеr
eternamente grato, a minha mente é o meu fado
ao lado de deus e o diabo, eu não guardo os meus pecados
consciência tranquila, o messias e o profeta
a ciência da pila, demagogias na letra
espírito livre, o livro da fala vem do coração
perfeccionista, ilusionista da emoção
ricardo martinho, o monstro das trevas
o homem do carinho mas farto das vossas merdas
meu caro, cigarro na boca até ao dia que eu morrer
e estas b-tches ficam loucas, eu tenho é que me conter
o triunfo e o desastre, as ovelhas e o pastor
o trunfo do estandarte, as kengas do professor
as canetas do arcanjo são movidas pela dor
lúcifer e os meus anjos, são feridas com sabor
o escritor, poeta, dramaturgo, encenador
trabalhei tanto na dor, eu hoje sou trabalhador
martinis com cerveja num terraço no norte de frança
a vida que não desejas, abusado em criança
palavras de mil cores, podes beijar o meu traseiro
eu não rezo por amores, eu só rezo por dinheiro
hipnotisador, espetador da realidade
tu morres com as mentiras, eu mato-te com a verdade
o meu poema, o meu pedaço de pão
eu tenho um milhão de histórias em memórias de alçapão
stevie wonder com a visão, stk com um ak na mão
o papa do calão, paixão de cristo, comichão do evaristo
tragédia grega, pregas em enciclopédias
vendo bem, a minha vida é uma divina comédia
pega as rédeas deste cavalo de troia
eu aspiro tranquilidade, humildade na vitória
a glória do oxigénio, mete à prova todo o génio
sou o homem do milénio, tatuado com cicatrizes
filho de antónio variações com amália rodrigues
inocente no purgatório, crocodilos no meu velório
ostentação é acessório, mais um bode expiatório
deus e o seu design aleatório, rimas de laboratório
nirvanas de sanatório, eu sou tupac, eu sou notório
paxarecas no auditório, checa o relatório
na tourada mais tarada, eu enalteço o touro
onde falar é tão barato, o silêncio vale ouro
do que vale o teu recorte no meio do vale da morte
na pressa não confessas, chega o dia, boa sorte
a ode triunfal tanta na miséria no natal
estás a olhar para o trivial, tenta ser intemporal
ajuda o pessoal, a presença é abissal
e deixa o que é b-n-l, arrebenta o cabedal
e eu não sou normal, devo ser anormal
mas eu gosto de mim assim
porque ao menos não sou igual
fala bem e deixa o mal porque o amanhã é sazonal
p.s.: é visceral
é visceral
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