letra de nada de nada - joão mesquita
[verso 1]
se eu pudesse completar esta missão
se eu pudesse resistir
ver o mundo estremecer na minha mão
suportá-lo até ao fim
[refrão]
vai, leva a casa ao chão com a palavra errada
a promessa que te suga a paz e te mantém forçada
e o sangue, o suor, esta carne já não te diz nada
ai, se eu pudesse continuar quando nada de nada é demais
[verso 2]
não interessa o que fica por dizer
o que conta é a intenção
se a memória é coisa fácil de esquecer
sobra o tempo e a decepção
[refrão]
vai, leva a casa ao chão com a palavra errada
a promessa que te suga a paz e te mantém forçada
e a voz que te aflige já se cala com a vida passada
ai, se eu pudesse continuar quando nada de nada é demais
[outro]
se eu pudesse completar esta missão, se eu pudesse resistir
mas nada aguenta na sombra do seu fim
não, nada supera a bala que é devida à morte quando chega o fim
(tudo tem um fim)
e o sangue, o suor, esta carne já não te diz nada
ai, se eu pudesse
ai, se eu pudesse
ai, se eu pudesse continuar quando nada de nada é demais
letras aleatórias
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